quinta-feira, 11 de julho de 2013
On 08:29 by VPR Caçador in obreiros No comments
Ele precisa ser absolutamente humilde
de coração, para ter ouvidos para ouvir a voz do Espírito Santo
Não há nenhum mistério
para se identificar o homem de Deus, principalmente nos dias de hoje, quando a
humanidade segue a passos largos e bem definidos para a sua própria destruição,
mostrando a infinita diferença entre os que são das trevas e os que são da luz.
Não é difícil notar logo a
diferença entre aqueles que são de Deus e os que não são, pois os frutos do
homem de Deus são bem visíveis e notórios, mesmo para os que não têm
conhecimento nenhum de Deus, assim como os frutos daqueles que não são de Deus
também são logo identificados.
A luz e as trevas são
distintas por natureza, e qualquer um é capaz de identificá-las. Assim como
pelos frutos se conhece a árvore, também se conhece o homem de Deus.
A viúva de Sarepta tinha
experimentado o milagre da multiplicação, tanto da farinha quanto do azeite,
quando alimentou o profeta Elias. Todavia, somente pôde reconhecer nele um
homem de Deus quando ele orou e o Senhor lhe respondeu, restituindo a vida do
filho dela.
Foi diante deste fato que
ela confessou, dizendo: “...Nisto conheço agora que tu és homem de Deus e que a
palavra do Senhor na tua boca é verdade.” (1 Reis 17.24).
Quando o homem é de Deus,
a sua consagração ao serviço do Senhor faz com que a Sua Palavra seja
verdadeira em sua boca. Aí está a diferença entre o homem de Deus e o pregador
da Palavra: da boca do homem de Deus flui espírito e vida, quando profetiza a
Palavra, enquanto daquele que apenas a prega somente acontece de nascer carne.
A
humildade
A humildade de espírito é
o que mais caracteriza o homem de Deus: ele é, por excelência, humilde de
coração. A sua humildade se exterioriza através da simplicidade, e não da
pobreza.
A sua conduta simples o
nivela ao seu semelhante diante de Deus, e isto o faz grande aos olhos de Deus.
Não são poucos os filhos do diabo que procuram se enfronhar no meio das
ovelhas, com a vestimenta própria dos filhos de Deus, isto é, a humildade
exterior; todavia, no seu interior lhes é impossível ter a humildade como
virtude.
O homem de Deus considera
a sua sabedoria, capacidade, experiência própria e tudo o mais que a vida lhe
tem proporcionado como nada, porque o seu trabalho não é para homens, mas sim
para Deus.
Se o seu trabalho fosse
para si mesmo, ou para homens, então valeria a pena toda a sua capacidade e
experiência própria, mas como ele nasceu para servir a Deus, depende da
orientação divina para fazer a Sua Obra bem feita. O rei Davi, quando
apresentou seu filho Salomão como seu substituto para o reino de Israel, disse:
“...Salomão, meu filho, o
único a quem Deus escolheu, é ainda moço e inexperiente, e esta obra é grande;
porque o palácio não é para homens, mas para o Senhor Deus.” 1 Crônicas 29.1
A obra mais importante que
Salomão estava incumbido de realizar, mais do que reinar sobre Israel, era a
construção do Templo do Senhor, pois o povo, para ser forte, dependia do
Templo, que era a conexão entre Deus e o Seu povo.
Aquele era o lugar de
encontro do povo de Israel com seu Deus, já que a arca da aliança lá deveria
estar para sempre. Daí vemos que a tarefa que Davi tinha designado a seu filho
era de suprema importância.
Assim também é importante
o trabalho que o homem de Deus tem de realizar, pois a ele foi dada a
incumbência de construir templos de carne, para a morada do Espírito Santo.
Isto é tão importante que
a sua capacidade e a sua experiência tornam-se nulas diante da sua
responsabilidade. A construção dos templos não é para homens, mas para o Senhor
Deus!
Por esta razão é que o
homem de Deus precisa ser absolutamente humilde de coração, para ter ouvidos
para ouvir a voz do Espírito Santo.
( * ) Texto retirado do
livro "O Perfil do Homem de Deus", do bispo Edir Macedo
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